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Uberlândia – A utilização de um sistema de reconhecimento facial com Inteligência Artificial (IA) resultou na prisão de 28 foragidos da Justiça em Uberlândia desde junho. A tecnologia vinha sendo utilizada em fase de testes e, após os resultados alcançados, motivou a assinatura de um termo de cooperação entre a Prefeitura e as polícias Militar e Civil para ampliar o uso do recurso na cidade.
Atualmente, o projeto conta com 60 câmeras de videomonitoramento instaladas em 21 pontos considerados estratégicos, como parte da iniciativa denominada Olho Vivo. De acordo com o comandante da Polícia Militar, André Pedrosa, os equipamentos utilizados permitem mobilidade, o que possibilita a transferência das câmeras para diferentes locais conforme a necessidade operacional.
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Segundo o comandante, os testes realizados ao longo dos últimos meses incluíram prisões e comprovaram a eficácia do sistema, o que levou à decisão de implementar o projeto de forma integral. A flexibilidade dos equipamentos, afirmou, evita que o monitoramento fique restrito a áreas fixas da cidade.
Durante a reunião que oficializou o acordo, também foi anunciada a substituição de 13 câmeras antigas por modelos mais modernos. Os novos equipamentos estão instalados em locais como avenidas, pontes e viadutos, ampliando a capacidade de vigilância urbana.
O termo de cooperação prevê ainda o compartilhamento de tecnologias já utilizadas pela Secretaria Municipal de Segurança Integrada, como o sistema de leitura de placas de veículos. A ferramenta passa a estar disponível para as polícias Militar e Civil, auxiliando na identificação de carros furtados, roubados ou clonados.
Além disso, a Prefeitura informou que outros 21 pontos receberão novas câmeras para expandir o alcance do sistema e aumentar as chances de identificação de suspeitos. Por questões de segurança e estratégia, os locais exatos das futuras instalações não foram divulgados.
(Com informações de g1)
(Foto: Reprodução/Freepik)
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