{"id":12466,"date":"2025-10-09T15:39:09","date_gmt":"2025-10-09T18:39:09","guid":{"rendered":"https:\/\/fenati.org.br\/?p=12466"},"modified":"2025-10-10T09:55:03","modified_gmt":"2025-10-10T12:55:03","slug":"ia-avanca-pouco-setor-cultural-digitalizacao-alta","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/homolog.fenati.org.br\/en\/ia-avanca-pouco-setor-cultural-digitalizacao-alta\/","title":{"rendered":"IA avan\u00e7a pouco no setor cultural do Brasil, mas digitaliza\u00e7\u00e3o segue em alta"},"content":{"rendered":"<p><strong>Setor cultural &#8211;<\/strong> O uso de Intelig\u00eancia Artificial (<a href=\"https:\/\/pt.wikipedia.org\/wiki\/Intelig%C3%AAncia_artificial\">IA<\/a>) em institui\u00e7\u00f5es culturais brasileiras permanece restrito. Segundo a pesquisa TIC Cultura 2024, divulgada nesta ter\u00e7a-feira (7) pelo Comit\u00ea Gestor da Internet no Brasil (CGI.br), apenas arquivos (20%) e cinemas (16%) registram taxas de ado\u00e7\u00e3o acima de 10%. Em outros tipos de equipamentos, os \u00edndices caem para 9% em pontos de cultura, 4% em bens tombados, museus e teatros, e 2% em bibliotecas.<\/p>\n<p>Apesar da baixa presen\u00e7a da IA, o estudo revela um cen\u00e1rio de moderniza\u00e7\u00e3o: a digitaliza\u00e7\u00e3o do setor cultural avan\u00e7a, com conectividade quase universal e melhor infraestrutura tecnol\u00f3gica entre as institui\u00e7\u00f5es analisadas.<\/p>\n<p><a href=\"https:\/\/fenati.org.br\/google-perde-nova-batalha-epic-games-play-store\/\"><strong>LEIA: Google perde nova batalha contra Epic Games e ter\u00e1 que abrir Play Store<\/strong><\/a><\/p>\n<h4>Conectividade e infraestrutura digital<\/h4>\n<p>Realizada pelo Centro Regional de Estudos para o Desenvolvimento da Sociedade da Informa\u00e7\u00e3o (Cetic.br), ligado ao N\u00facleo de Informa\u00e7\u00e3o e Coordena\u00e7\u00e3o do Ponto BR (NIC.br), a pesquisa entrevistou gestores de sete tipos de equipamentos culturais \u2013 entre eles arquivos, museus, teatros e pontos de cultura.<\/p>\n<p>&#8220;Por um lado, o estudo mostra que uma ado\u00e7\u00e3o mais estrat\u00e9gica de aplica\u00e7\u00f5es baseadas em IA ainda \u00e9 restrita no setor, por outro lado, os dados demonstram uma maturidade crescente dos equipamentos culturais brasileiros na incorpora\u00e7\u00e3o das tecnologias digitais, apoiada pela universaliza\u00e7\u00e3o da conectividade e pelo maior uso de dispositivos pr\u00f3prios&#8221;, observa Alexandre Barbosa, gerente do Cetic.br.<\/p>\n<p>Os resultados indicam que o acesso \u00e0 Internet \u00e9 praticamente total em arquivos e cinemas (100%), e muito elevado em pontos de cultura (96%). Entre bens tombados, a propor\u00e7\u00e3o de conectividade passou de 74% em 2022 para 92% em 2024. Ainda assim, museus (87%) e bibliotecas (83%) apresentam \u00edndices menores.<\/p>\n<p>O estudo tamb\u00e9m aponta expans\u00e3o na infraestrutura tecnol\u00f3gica. Houve aumento no n\u00famero de dispositivos pr\u00f3prios, como tablets em arquivos (de 14% para 32%) e em teatros (de 17% para 27%), notebooks em bens tombados (de 36% para 65%) e celulares em pontos de cultura (de 28% para 39%).<\/p>\n<p>O acesso gratuito via Wi-Fi ao p\u00fablico cresceu em diversos equipamentos: de 54% para 65% nas bibliotecas, de 53% para 64% nos pontos de cultura e de 40% para 51% nos museus. J\u00e1 a oferta de computadores p\u00fablicos permaneceu est\u00e1vel, com destaque para arquivos (55%) e bibliotecas (41%).<\/p>\n<p>&#8220;Os equipamentos culturais brasileiros t\u00eam percebido que a conectividade e as tecnologias digitais se tornaram essenciais para suas atividades. O uso da Internet j\u00e1 \u00e9 praticamente universal nesses equipamentos, com exce\u00e7\u00e3o de bibliotecas e museus, cuja presen\u00e7a ainda tem espa\u00e7o para crescer. A pesquisa tamb\u00e9m revela um papel central desses equipamentos para a inclus\u00e3o digital, dada capilaridade de sua atua\u00e7\u00e3o em todo o territ\u00f3rio nacional&#8221;, destaca Barbosa.<\/p>\n<h4>Cultura nas redes e nos aplicativos<\/h4>\n<p>A presen\u00e7a digital das institui\u00e7\u00f5es culturais tamb\u00e9m cresceu. Plataformas como Instagram, TikTok e Flickr s\u00e3o usadas por 87% dos pontos de cultura (eram 73% em 2022) e por 78% dos bens tombados (ante 50% em 2022).<\/p>\n<p>O uso de aplicativos de mensagens, como WhatsApp e Telegram, tamb\u00e9m avan\u00e7ou: de 62% para 72% entre pontos de cultura, e com aumentos expressivos entre museus (de 24% para 37%), teatros (de 24% para 35%) e bibliotecas (de 12% para 25%).<\/p>\n<p>Por outro lado, ferramentas de transmiss\u00e3o ao vivo perderam espa\u00e7o ap\u00f3s o per\u00edodo de pandemia. A propor\u00e7\u00e3o de teatros que mant\u00eam streaming em seus sites caiu de 25% em 2022 para 16% em 2024, e entre cinemas, de 20% para 12%.<\/p>\n<h4>Forma\u00e7\u00e3o e capacita\u00e7\u00e3o profissional<\/h4>\n<p>Os dados da TIC Cultura 2024 mostram que as institui\u00e7\u00f5es culturais priorizam capacita\u00e7\u00e3o interna sobre tecnologias digitais e privacidade, em detrimento de cursos externos pagos.<\/p>\n<p>Os arquivos se destacam nesse aspecto: 50% deles promovem treinamentos internos em tecnologia digital e 51% em privacidade e prote\u00e7\u00e3o de dados. Em contrapartida, apenas 24% financiam cursos externos de tecnologia e 23%, de privacidade. Entre os museus, somente 6% ofereceram cursos externos de tecnologia e 7% de privacidade. As bibliotecas t\u00eam \u00edndices ainda mais baixos \u2014 4% e 5%, respectivamente.<\/p>\n<p>&#8220;A quinta edi\u00e7\u00e3o da TIC Cultura evidencia um setor cultural com uma infraestrutura tecnol\u00f3gica mais robusta, marcada pelo maior uso de dispositivos pr\u00f3prios e presen\u00e7a na Internet, um legado importante do esfor\u00e7o de adapta\u00e7\u00e3o \u00e0 pandemia e que pode estar associado ao contexto da amplia\u00e7\u00e3o de pol\u00edticas de fomento no per\u00edodo. Ao mesmo tempo, os dados sobre forma\u00e7\u00e3o mostram que a capacita\u00e7\u00e3o de equipes \u00e9 um gargalo importante para que a tecnologia seja, de fato, uma aliada&#8221;, ressalta Renata Mielli, coordenadora do CGI.br.<\/p>\n<h4>A pesquisa e sua import\u00e2ncia<\/h4>\n<p>Criada em 2016, a TIC Cultura busca compreender o uso das tecnologias de informa\u00e7\u00e3o e comunica\u00e7\u00e3o nos equipamentos culturais brasileiros, tanto na gest\u00e3o interna quanto na intera\u00e7\u00e3o com o p\u00fablico. Seus indicadores servem de refer\u00eancia para pol\u00edticas p\u00fablicas de cultura, al\u00e9m de orientar estrat\u00e9gias de democratiza\u00e7\u00e3o do acesso e inova\u00e7\u00e3o no setor.<\/p>\n<p>Na edi\u00e7\u00e3o de 2024, o levantamento realizou 1.818 entrevistas com gestores de arquivos, bens tombados, bibliotecas, cinemas, museus, pontos de cultura e teatros de todo o pa\u00eds, entre outubro de 2024 e abril de 2025.<\/p>\n<p>A pesquisa conta com apoio institucional da UNESCO e de um grupo de especialistas de diferentes \u00e1reas do governo, da sociedade civil e da academia.<\/p>\n<p><em><strong>(Com informa\u00e7\u00f5es de TiInside)<\/strong><\/em><br \/>\n<em><strong>(Foto: Reprodu\u00e7\u00e3o\/Freepik)<\/strong><\/em><\/p>","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Levantamento indica uso limitado de IA, mas consolida\u00e7\u00e3o da conectividade e recursos digitais nos equipamentos culturais<\/p>","protected":false},"author":11,"featured_media":12467,"comment_status":"closed","ping_status":"closed","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[35],"tags":[13],"class_list":["post-12466","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-ti","tag-sindical"],"yoast_head":"<!-- This site is optimized with the Yoast SEO plugin v27.8 - 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