PF – A Polícia Federal está utilizando, pela primeira vez, um sistema de alta tecnologia capaz de identificar drones e outras RPAs (aeronaves remotamente pilotadas) que tentem invadir o espaço aéreo da região onde está sendo realizada a Cúpula do Brics, no Rio de Janeiro.
A ferramenta foi integrada ao esquema de segurança para prevenir contra sobrevoos não autorizados em áreas sensíveis durante o evento, e garante mais uma camada de proteção aos chefes de Estado e todos os presentes no evento do bloco formado por 11 países: Brasil, Rússia, Índia, China, África do Sul, Arábia Saudita, Egito, Emirados Árabes Unidos, Etiópia, Irã e Indonésia. Comparecem ainda delegações de países parceiros convidados.
A operação da nova tecnologia é coordenada pela Polícia Federal e envolve diversos órgãos. Entre eles estão o Gabinete de Segurança Institucional no Rio, que supervisiona o uso de drones no estado; o Comando Militar do Leste, responsável pelo fornecimento de equipamentos de jammers e pela troca de informações operacionais; o Departamento de Controle do Espaço Aéreo (DECEA), que gerencia as autorizações de voo via SARPAS; e o Batalhão de Combate Aéreo dos Fuzileiros Navais, que atua com drones militares.
Outras instituições, como ANAC, ANATEL, Ministério da Defesa e MAPA, também participam da estrutura regulatória que orienta o uso de aeronaves não tripuladas.
(Com informações de Gov.Br)
(Foto: Reprodução/Freepik/subsri13)
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